Quem escreve a questão não é quem confere
Dois modelos resolvem o item sem ver o gabarito. Se convergirem em outra letra, a prova trava e a decisão fica com uma pessoa — registrada com nome e hora.
Ver os quatro desfechos possíveisTrês modelos conferem cada questão. Uma pessoa decide.
Banco de questões, provas montadas pela matriz e correção com cartão-resposta — para coordenações de curso e núcleos docentes. A IA escreve e confere rascunhos; a nota é conta sobre o gabarito congelado no dia da aplicação, e cada decisão tem dono.
Todo sistema de prova diz que "usa IA". Estes três mecanismos são o que acontece de fato dentro do MatrizMed — e cada um pode ser visto funcionando na plataforma.
Dois modelos resolvem o item sem ver o gabarito. Se convergirem em outra letra, a prova trava e a decisão fica com uma pessoa — registrada com nome e hora.
Ver os quatro desfechos possíveisO cartão-resposta traz a matrícula em código de barras: um leitor comum abre o aluno certo na tela, e só as letras são digitadas. Nada de transcrever dezoito mil bolhas numa planilha.
Ver o fluxo completo, da impressão à ataAnular questão ou corrigir o lançamento de um aluno refaz a nota com justificativa obrigatória — e a versão anterior continua lá, com a turma congelada como estava no dia.
Ver o que sustenta cada númeroCada módulo é um ambiente próprio, com o formato de tela que o trabalho dele pede. O acervo, as turmas e os resultados são os mesmos nos três.
O fluxo começa na entrada, segue para a revisão humana e termina num acervo pesquisável e editável. As questões vêm de prova antiga, planilha, PDF, digitação ou geração assistida — e nenhuma vai para prova antes de alguém liberar.
A prova nasce da matriz: quantas questões de cada área, tema e nível de dificuldade. A tela mostra o que ainda falta e o que passou do planejado antes de a prova ser fechada.
Do cartão impresso à ata assinada: aplicar a uma turma, lançar as respostas, corrigir e ler o desempenho por área, por aluno e por questão. Cada aplicação corrigida também diz o que aconteceu com as questões que ela usou.
Você diz quantas questões de cada área, tema e nível. A tela mostra o que ainda falta e o que passou do planejado, antes de a prova ser fechada.
A prova aplicada não termina no boletim. Ela diz o que aconteceu com cada questão que usou, e as que não se sustentaram voltam para revisão antes de entrar na próxima.
Uma questão só entra em prova depois que alguém confirma a resposta e libera.
questão liberada →A matriz define quantas questões de cada área, e a prova só fecha quando ela é cumprida.
prova pronta →Corrigida a prova, sai o desempenho por área, por aluno — e por questão.
leitura por questão →Não para no percentual geral: mostra onde a turma falhou, quais questões não se sustentaram e o que precisa voltar para revisão antes da próxima prova.
A criação parte do que o professor pediu e do material da própria instituição, não só do que o modelo já sabia. Depois, três modelos de empresas diferentes trabalham no mesmo item: um escreve; os outros dois recebem o enunciado e as alternativas sem o gabarito e respondem como um aluno responderia. Só então as respostas são comparadas com a que estava declarada.
Sem isso, gabarito errado só aparece na estatística do item, pela correlação negativa — semanas depois, com a turma já tendo respondido e a nota já lançada.
Dezoito mil digitações é o que custa transcrever uma prova de sessenta questões para trezentos alunos — e uma linha fora de lugar desloca a prova inteira de um aluno sem que nada avise.
O sistema imprime uma folha para cada aluno da turma, com o nome, a prova e a matrícula em código de barras. Prova longa ganha segunda folha, e o código se repete nela — folhas se separam na mesa de correção.
Um leitor comum de código de barras — o mesmo do caixa de farmácia — passa no cartão, o aluno certo abre na tela e só as letras são digitadas. O foco anda sozinho de questão em questão e volta para o leitor ao gravar.
A ata em Word por turma, com a versão da correção que a sustenta. A planilha que a secretaria lança no sistema acadêmico. E a devolutiva de cada aluno, com o desempenho por área e por tema.
Há uma pergunta que a coordenação faz antes de qualquer outra: a inteligência artificial deu essas notas? Não. A nota é a soma dos pesos das questões acertadas sobre o gabarito congelado no dia da aplicação — mesma entrada, mesmo resultado, sempre. A IA trabalha antes de a prova existir: escreve candidatos a partir do que o professor pediu, e outros dois modelos os resolvem sem ver o gabarito. Nada do que sai daí entra em prova sem alguém confirmar.
E isto aqui não é um agente. Agente é um sistema que decide o próximo passo por conta própria e age. Há faculdades experimentando isso na avaliação, e é onde o risco não compensa: numa prova, cada decisão tem dono e assinatura, e uma nota errada não é um erro para tentar de novo — é o histórico de um aluno. O MatrizMed faz o contrário: propõe, mostra o que encontrou e para. Quem decide é sempre uma pessoa, e o sistema guarda quem foi.
Isso vale também para o que o sistema não sabe. Abaixo de 30 alunos respondendo uma questão, não há diagnóstico sobre ela. Sem estimativas suficientes, não existe nota de corte, e nenhum aluno é classificado como acima ou abaixo dela.
Questões, provas e resultados em ambientes próprios, sobre o mesmo acervo e as mesmas turmas — com os limites de cada medida ditos na tela.